KillZone2




Durante o Play Beyond, podcast da IGN, o editor Jeff Haynes revelou que mesmo durante suas partes mais pesadas, Killzone 2 utiliza apenas 60% de SPU, unidade de processamento sinergístico do chip Cell, o cérebro do console.

O chip Cell/B.E. foi desenvolvido conjuntamente pela IBM, Sony Corporation, SCE e Toshiba e é caracterizado por um núcleo de processamento central apoiado na tecnologia Power Architecture da IBM, e em oito elementos de processamento sinergísticos (synergistic processing elements – SPE).

"É incrível ver enormes fases e todo seu processamento e observar que em todas as SPUs, mesmo nos processos mais pesados, elas estavam em cerca de 60%", disse ele. "Elas não estavam nem perto de serem totalmente utilizadas. Tinham ainda 40% de espaço antes de começarem a apresentar algum tropeço ou slow down em alguns dos processos".

Além disso, Haynes destacou que as cópias de preview recentemente distribuídas a vários sites e revistas foram de uma versão alfa do título, ou seja, não-finalizada, e desde então o código vem sendo otimizado. O próprio Haynes, em uma recente visita ao estúdio da Guerilla Games em Amsterdam, experimentou uma versão beta mais avançada, relatando que elementos como iluminação, cut scenes, glitches e tempos de carregamento foram todos otimizados, melhorados e/ou corrigidos.

Em Killzone 2, o jogador e sua equipe de subordinados ao planeta Helghan para derrotar os humanos mutantes da raça Helghast, mas a guerra neste jogo de ação em primeira pessoa não será decidida em uma mera linha de combate. A companhia não confirmou se uma demonstração jogável será disponibilizada antes do lançamento do game e que conteúdo extra por download está previsto para depois disto, mas sem especificar do que se trata.

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